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Um ensaio sobre o Infinitebook

Um ensaio sobre o Infinitebook

17/setembro/2019

Uma vez, Saramago disse que “é preciso variar, se não tivermos cuidado a vida torna-se rapidamente previsível, monótona, uma seca”.

A seguir o conselho deste grande génio e visto o sucesso da nossa primeira edição de génios, decidimos trazer-te uma segunda edição, com novos grandes nomes. Saramago é um dos cinco, juntamente com Marie Curie, Leonardo Da Vinci, Mozart e Salvador Dali.

Neste artigo, damos-te a conhecer o porquê de termos escolhido o prémio Nobel da Literatura português como uma das nossas capas.

Esta edição de Genius significa imenso para nós. Tal como na primeira edição, queríamos reafirmar que todos nós erramos, mesmo os génios. E que estes génios erraram muito até alcançarem a sua Magnus opus. “Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo”. Não nasceram assim, nem ficaram conhecidos de um dia para o outro. Foram imensas barreiras, imensos desafios.

Às vezes, é um tiro no escuro, na esperança de acertar em cheio no centro do alvo. Se nunca disparares, nunca vais acertar. Nós estamos aqui, mais uma vez, com uma nova edição, a motivar-te a atirar para as estrelas.

Especificamente em relação ao génio que foi José Saramago, o processo de escolha foi simples. Queremos homenageá-lo pelo grande português que foi, por conhecer tão bem a alma humana e por nunca desistir dos seus sonhos. Até mesmo por ser sempre irreverente, até um pouco polémico. Também por defender que não há idade para se apaixonar, casando-se já na sua terceira idade com Pilar.

A história dele inspira-nos. Começou do nada e conquistou tudo. De marceneiro fez-se artista. Publicou o seu primeiro livro aos 25 anos, o que prova que ser jovem não é entrave para nada, pelo contrário. Levou os seus livros a todo o mundo e trouxe para Portugal um prémio Nobel, um dos dois que temos.

Destacou-se também pela sua criatividade sem limites. Desafiou o status quo e decidiu fazer diferente, manejando e alterando as regras de pontuação. Até hoje a sua falta de vírgulas e travessões, para representar ao máximo o fluxo mental do nosso pensamento, permanece memorável e peculiar. Não precisou de muitas vírgulas, travessões e pontos finais para escrever as suas grandes obras.

Para concluir, como Saramago disse, “o talento ou acaso não escolhem, para manifestar-se, nem dias nem lugares”. Por isso, certifica-te que tens sempre contigo o teu Infinitebook, para quando a ideia de génio se iluminar na tua mente poderes apontá-la rapidamente. Tem cuidado, senão ela perde-se no fluxo. E tu não queres que essa memória desvaneça. Dá asas à tua imaginação e à tua criatividade, torna-te ilimitado!